quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

DELMIRA F SOUZA FIORINO UMAS DAS MORADORAS COM SERIOS PROBLEMAS DE SAUDE




resposta da Prefeitura de SAO PAULO

Atenção: esta é uma resposta automática.

Prezado(a) Sr(a).

Informamos que sua mensagem foi encaminhada para o Portal da Prefeitura
da Cidade de São Paulo e será encaminhada para o órgão responsável.
Solicitamos que aguarde manifestação do setor competente quanto às
providências cabíveis. A Prefeitura da Cidade de São Paulo agradece o contato

Atenciosamente,
Portal da Prefeitura.SP

e-mail a PREFEITURA DE SAO PAULO - SR. KASSAB

URGENTE - SAO PAULO 20/12/2007

Prezados Sr. Kassab,

Laboratorio de erros :

Na Av. Eng. Alberto de Zagottis 473, a construtora SETIN esta construindo simultaneamente 6 Torres de 28 andares mais as coberturas.

Há mais de um ano moradores da Rua Aguaraiba e adjacências padecem de poluição ambiental, material, Sonora e principalmente pela nossa perda de saúde e diversas irregularidades de segurança.

Uma das irregularidades diz respeito a segurança, que devido a proximidade do aeroporto de congonhas, geograficamente muitas aeronaves passam por este caminho ou rota.

Nestas Torres não existem a chamada “LUZ VERMELHA” ou advertência para aeronaves.

Sendo assim, solicitamos um parecer sobre a obrigatoriedade DA instalação do sinalizador e devidas providencias e fiscalização imediata no local DA obra.

Este condomínio é um verdadeiro laboratório de erros.

" Estou lutando contra a CONSTRUTOTA SETIN, tenho mais de 1.000 fotos em CD, mais de 7 DVD's, depoimentos, documentos, notas fiscais, abri um inquerito policial NA 99o DELEGACIA ha 3 meses, fui e falei diretamente com o subprefeito de Sto. Amaro, Sr. Geraldo Mantovani, pertenco a AMVA - Assossiacao dos moradores da Vila Anhanguera, enviei correspondencia ao IV COMAR, PSIU, entreguei varios documentos a procuradoria publica e ate' agora sem nenhuma solucao."

O blog abaixo foi criado no intuito de ajudar-nos contra a impunidade.

http://condominioiepe.blogspot.com/

Vivian Jablonski
Rua Aguaraiba 20 - Vila Anhanguera
Tel 11 – 5524.8188
Cel 11 – 7120.2101
viviankatz@uol.com.br


* Solicito retorno e suas devidas providencias através de e-mail.

TIREM SUAS PROPRIAS CONCLUSOES






São Paulo, quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Gafisa usa subprefeitura para retirar favela da vizinhança

Oferta estava sendo intermediada por funcionários da gestão Gilberto Kassab

Para Ministério Público, que vai investigar o caso, "parceria" é ilegal; líder de moradores gravou proposta de assessor da prefeitura

Marcelo Soares/Folha Imagem
"Megaoutdoor" esconde favela ao lado de empreendimento


ROGÉRIO PAGNAN DA REPORTAGEM LOCAL

A construtora Gafisa, por meio da Subprefeitura de Santo Amaro (zona sul), oferece R$ 15 mil para que moradores deixem uma favela próxima à avenida das Nações Unidas, bem ao lado de um de seus mais novos empreendimentos.

A oferta da indenização é feita por funcionários da gestão Gilberto Kassab (DEM). Procurado, ele não se manifestou.

A favela está irregularmente em uma área pública desde 1987, conforme afirma a própria subprefeitura. São 36 famílias, com mais de 120 pessoas, das quais 47 crianças. As casas são de alvenaria, algumas assobradadas.

A subprefeitura deu, segundo os moradores, até 8 de janeiro para todos saírem.

A pedido da Folha, o líder da comunidade Campo Grande/ Jurubatuba, Luiz Geraldo de Oliveira, gravou uma conversa com o assessor especial da subprefeitura, Antonio Carlos Bernardi, 45.

"Eu acho que é melhor [vocês saírem]. Porque se vocês criarem problema, vocês vão acabar perdendo esses R$ 15 mil. Porque a prefeitura tem um programa habitacional que é de R$ 5.000 para área de risco. Vocês não são área de risco", afirma Bernardi na gravação. Bernardi foi o mesmo funcionário indicado pela assessoria de imprensa da subprefeitura para comentar o caso. À Folha, ele disse que não há pressão para a saída dos moradores, que invadiram a rua. Ele alegou que a subprefeitura buscou uma parceria com a empresa, dizendo não existir uma política habitacional para indenizar moradores que não estão em áreas de risco. Os que estão recebem, no máximo, R$ 5 mil - o chamado "cheque-despejo". "Mais cedo ou mais tarde, eles teriam de sair."
A Gafisa disse, por meio de nota, que foi procurada pela subprefeitura e aceitou o acordo para indenizar as famílias. Mais tarde, porém, a construtora disse que foi ela que procurou a subprefeitura, mas não nega que o acordo foi fechado. Moradores dizem que começaram a ser procurados por funcionários da subprefeitura após a construtora adquirir o terreno e passar a comercializar seus apartamentos, avaliados de R$ 280 mil a 400 mil. As obras terão início, segundo a empresa, em março de 2008.

Com medo de serem despejados, os moradores procuraram o Ministério Público. Segundo o líder da comunidade, nenhum morador aceitou, ainda, receber os R$ 15 mil.

"Estamos vivendo, há 15 dias, noites de terror. Ninguém dorme de medo de ser despejado", diz o metalúrgico José Avelar, que mora há 13 anos no local.

Antes do assédio da subprefeitura, dizem moradores, funcionários contratados pela Gafisa verificaram o tipo de imóvel e o total de moradores.

O promotor José Carlos de Freitas, da Habitação e Urbanismo, diz que esse tipo de "parceria" é ilegal. "Não é usual funcionários da subprefeitura trabalharem a favor das construtoras." Ele já abriu procedimento para apurar o caso. Jorge Luiz Machado, especialista em direito imobiliário e direito civil, disse que o pagamento da indenização por parte da Gafisa "parece ilegal".
"Sem olhar profundamente a matéria, me parece ilegal a Gafisa fazer esse pagamento. A empresa pode até negociar diretamente com os moradores da comunidade, mas, com a interferência de órgão público, a empresa não pode participar."

No local do empreendimento, a Gafisa instalou um "megaoutdoor" de cerca de 300 metros quadrados (proibidos pela lei Cidade Limpa) para esconder a favela. Onde não foi possível pôr cartazes, a empresa colocou floreiras de concreto. A favela ficou quase invisível para quem passa pela rua.

Ao negociar com possíveis compradores de apartamentos, os vendedores do Gafisa afirmam que a favela será removida do local. "A favela ao lado do empreendimento será retirada em, no máximo, 90 (noventa) dias. Já está confirmado pela prefeitura e Gafisa S.A.", diz e-mail de vendedor do empreendimento, batizado de "Magic".

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Colaboraram RICARDO VIEL e EVANDRO SPINELLI, da Reportagem Local

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

OLHEM O ESTADO DE UMA DE MINHAS CACHORRAS



HOJE FALTAM APENAS 6 DIAS PARA O NATAL E MINHA CASA AINDA ESTA ASSIM





RESPOSTA DA FORCA AEREA BRASILEIRA

PREZADOS SRS,.

ESTOU TENTANDO ENVIAR UM FAX DO DOCUMENTO ABAIXO DESDE O DIA 12/12/2007 PARA O TEL No 3208 5745 SEM EXITO.

PECO A GENTILEZA DE SOLUCOES IMEDIATAS PARA O RELATO ABAIXO.

ATENCIOSAMENTE,

VIVIAN JABLONSKI
5511 5524 8188
5511 71202102
viviankatz@uol.com.br
http://condominioiepe.blogspot.com
www.vivianjablonski.com


Prezado(a) Sr(a) Vivian,

Em atenção à sua mensagem, informamos que a mesma foi encaminhada ao
Serviço de Engenharia do Quarto Comando Aéreo Regional (IV COMAR).

Respeitosamente,

Divisão de Relações Públicas

FORÇA AÉREA BRASILEIRA
“NOSSA FORÇA VEM DA UNIÃO DA NOSSA GENTE”

domingo, 16 de dezembro de 2007

CARTA AO 4o COMAR

São Paulo 12 de dezembro de 2007

Ao
Ministerio da Aeronautico – 4o COMAR

At. Chefe Serv. Regional para Engenharia

Prezados Srs.,

Laboratorio de erros :

Na Av. Eng. Alberto de Zagottis 473, a construtora SETIN esta construindo simultaneamente 6 torres de 28 andares mais as coberturas.

Há mais de um ano moradores da Rua Aguaraiba e adjacências padecem de poluição ambiental, material, sonora e principalmente pela nossa perda de saúde e diversas irregularidades de segurança.

Uma das irregularidades diz respeito a segurança, que devido a proximidade do aeroporto de congonhas, geograficamente muitas aeronaves passam por este caminho ou rota.

Nestas torres não existem a chamada “LUZ VERMELHA” ou advertência para aeronaves.

Sendo assim, solicitamos um parecer sobre a obrigatoriedade da instalação do sinalizador e devidas providencias e fiscalização imediata no local da obra.

Este condomínio é um verdadeiro laboratório de erros.

O blog abaixo foi criado no intuito de ajudar-nos contra a impunidade.

http://condominioiepe.blogspot.com/

Vivian Jablonski
Rua Aguaraiba 20 - Vila Anhanguera
Tel/fax 11 – 5524.8188
Cel 11 – 7120.2101
viviankatz@uol.com.br


* Solicito retorno e suas devidas providencias através de e-mail ou fax .

A AGUA NO PLANETA TERRA

18/12/2006 - 18h55
Entenda a importância e as conseqüências do mau uso da água; leia capítulo
da Folha Online

Fundamental para a manutenção da biodiversidade e de todos os ciclos naturais, a produção de alimentos e a preservação da própria vida, a água vem se tornando cada vez mais um recurso estratégico para a humanidade. Nosso mais valioso recurso é tema do livro "A Água", da "Folha Explica", cujo primeiro capítulo é disponibilizado abaixo.

Divulgação

"A Água" mostra importância e conseqüências do mau uso da água
As grandes civilizações já dependem e vão depender, cada vez mais, da água para sua sobrevivência econômica e biológica, além do desenvolvimento econômico e cultural. Assim "A Água" analisa, de forma didática, questões como as propriedades essenciais da água, seus múltiplos usos, o impacto da exploração humana dos recursos hídricos e suas conseqüências.

Um dos autores, José Galizia Tundisi, é presidente do Instituto Internacional de Ecologia de São Carlos e foi presidente do CNPq.

Takako Matsumura Tundisi, por sua vez, é professora titular aposentada da Universidade Federal de São Carlos e diretora científica do Instituto Internacional de Ecologia.

A água é um recurso estratégico para a humanidade, pois mantém a vida no planeta Terra, sustenta a biodiversidade e a produção de alimentos e suporta todos os ciclos naturais. A água tem, portanto, importância ecológica, econômica e social. As grandes civilizações do passado e do presente, assim como as do futuro, dependem e dependerão da água para sua sobrevivência econômica e biológica, e para o desenvolvimento econômico e cultural. Há uma cultura relacionada com a água e um ciclo hidrossocial na inter-relação da população humana com as águas continentais e costeiras.

Embora dependam da água para sua sobrevivência e para o desenvolvimento econômico e social, as sociedades humanas poluem e degradam este recurso --tanto as águas superficiais como as subterrâneas. A diversificação de usos múltiplos,1 a deposição de resíduos sólidos e líquidos em rios, lagos e represas, e o desmatamento e ocupação de bacias hidrográficas têm produzido crises de abastecimento e crises na qualidade das águas. Todas as avaliações atuais sobre a distribuição, quantidade e qualidade das águas apontam para mudanças substanciais na direção do planejamento, gerenciamento de águas superficiais e subterrâneas. Para uma adequada gestão dos recursos hídricos é necessária uma integração mais efetiva e consistente das informações sobre o funcionamento de lagos, rios, represas e áreas alagadas e dos processos econômicos e sociais que influenciam os recursos hídricos.

Este livro mostra os usos deste recurso natural fundamental para a continuidade da vida no planeta Terra e aponta os principais problemas referentes ao ciclo da água.

Na seção introdutória, abaixo, apresentam-se informações gerais referentes à água e sua distribuição no planeta Terra, especialmente os valores de águas doces e salinas e águas no estado sólido. Veremos que a água doce disponível é apenas uma pequena fração dos recursos hídricos do planeta.

No capítulo 1 discute-se o ciclo hidrológico e seus componentes, tais como precipitação, evaporação e drenagem, entre outros. Os volumes relativos a cada etapa do ciclo serão examinados, bem como a água existente nos principais rios e lagos do planeta. Nesse capítulo também são discutidas as propriedades essenciais da água e as características físicas e químicas que fazem dela uma substância peculiar, de enorme importância para a vida de todos os organismos da Terra, incluindo a espécie humana.

No capítulo 2 são apresentados e discutidos os volumes e estatísticas sobre os recursos hídricos do Brasil e as relações entre a distribuição dos recursos hídricos e a população. Discute-se também a importância das atividades humanas no ciclo hidrológico e a disponibilidade hídrica social.

O capítulo 3 apresenta os usos múltiplos da água e os benefícios que podem trazer ao desenvolvimento e manutenção da qualidade de vida. Apresentam-se também os históricos e as tendências no uso das águas e a disponibilidade social no acesso a ela como motivo da exclusão social. São também discutidos os usos múltiplos da água no Brasil e sua importância para o desenvolvimento do país.

No capítulo seguinte discutem-se os impactos das várias atividades humanas, do crescimento populacional e da contaminação do solo e atmosfera na situação dos recursos hídricos. A contaminação das águas superficiais e subterrâneas é um dos problemas que afetam a segurança coletiva da população e a saúde pública.

Os impactos de usos múltiplos dos recursos hídricos no Brasil e suas conseqüências ecológicas, econômicas e sociais são discutidos no capítulo 5, em que também são apresentadas informações sobre sua magnitude e o potencial para aumento no futuro, se ações decisivas e integradas não forem implantadas.

No capítulo 6 são abordados o planejamento e gestão dos recursos hídricos. Descrevem-se a evolução dos sistemas e processos de gerenciamento e gestão ao longo do século 20 e também os vários mecanismos para gestão integrada e preditiva, especialmente ao nível de bacia hidrográfica.

Finalmente, no capítulo 7, são discutidas as questões principais referentes ao futuro dos usos e gestão das águas no século 21: alternativas para enfrentar a escassez, mecanismos e tecnologias avançadas para diminuir a contaminação e ainda a introdução de uma nova ética para a água --consubstanciada na gestão ambiental mais ampla--, usos do solo, proteção das florestas e biodiversidade, recuperação e proteção de áreas alagadas. Apresentam-se as últimas resoluções das Nações Unidas sobre o problema da água, culminando com a implantação da Década Mundial da Água a partir de 2005.

O leitor poderá consultar um glossário, no fim do livro, para melhor explicação sobre termos utilizados. Também foram incluídos termos não utilizados no texto, mas que podem ser úteis para esclarecimentos futuros.

Considerando-se a obra como um todo, foi feito um esforço no sentido de promover uma visão sistêmica, sintética e útil sobre um recurso natural essencial à sobrevivência das espécies --incluindo a espécie humana-- e vital para o funcionamento equilibrado do planeta.

A ÁGUA NO PLANETA TERRA

A água é uma substância essencial à vida. É encontrada na Terra sob as formas sólida, líquida e gasosa. Noventa e oito por cento da água neste planeta encontra-se nos oceanos (aproximadamente 109 mil km3 de água). Águas doces, que constituem os rios e lagos nos continentes, e águas subterrâneas são relativamente escassas. Estas águas doces nos continentes são a fonte que produz alimentos e colheitas, mantém a biodiversidade e os ciclos de nutrientes, e mantém também as atividades humanas. Sem água de qualidade adequada, o desenvolvimento econômico-social e a qualidade da vida da população humana ficam comprometidos. As fontes de água doce, superficiais ou subterrâneas, têm sofrido, especialmente nos últimos cem anos, em razão de um conjunto de atividades humanas sem precedentes na história: construção de hidrovias, urbanização acelerada, usos intensivos das águas superficiais e subterrâneas na agricultura e na indústria.

O ciclo hidrológico (passagem constante de um estado a outro, como veremos no capítulo 1) renova as quantidades de água e também a sua qualidade. Entretanto, esta água que passa do estado líquido para o gasoso, e também se acumula no estado sólido (gelo) nas calotas polares, não é infinita. O ciclo renova a quantidade de vapor d'água na atmosfera e a quantidade da água líquida, periodicamente, mas é sempre a mesma quantidade de água que é renovada. O aumento intenso de demanda diminui, portanto, a disponibilidade de água líquida e coloca em perigo os usos múltiplos, a expansão econômica e a qualidade de vida. As águas doces continentais também sofrem com a contaminação causada por inúmeras substâncias, pelo despejo de esgotos domésticos e industriais, e com acúmulo destas nos sedimentos de rios, lagos e represas.

Como se chegou a este ponto no uso e degradação de um recurso natural vital para a sobrevivência de todas as espécies de animais e plantas?

A resposta é: porque se acreditava que o recurso era infinito, assim como a capacidade de autodepuração do sistema. Pensava-se que a tecnologia desenvolvida pelo homem poderia tratar qualquer tipo de água contaminada e recuperá-la. Na verdade, o recurso é finito, pois a quantidade de água líquida depende de demanda, e a capacidade de autodepuração dos sistemas tem limite; é bom ter em mente, também, que os custos para transformar água de qualquer qualidade em água potável estão se tornando proibitivos.

Deve-se ainda considerar que as grandes massas urbanas --3 bilhões de pessoas-- necessitam de grandes volumes de água para sua sustentabilidade; além disso, produzem uma massa enorme de detritos (fezes e urina), que necessitam de tratamento imediato para não contaminar as águas superficiais e subterrâneas. Este conjunto de problemas levou à atual situação da água, uma crise sem procedentes, que demanda ações de curto, médio e longo prazos.

1 "Usos múltiplos" da água referem-se aos usos para várias atividades simultaneamente: por exemplo, a água de um lago pode ser utilizada ao mesmo tempo para abastecimento público, recreação, turismo e irrigação.

ONDE IREMOS PARAR ???

16/12/2007 - 09h12
São Paulo ganha um prédio por dia, e bairros mudam
VINÍCIUS QUEIROZ GALVÃO
da Folha de S.Paulo

Na esquina das ruas Maria Figueiredo e Tutóia, na Vila Mariana (zona sul), um prédio de 22 andares e 44 apartamentos dá o tom da expansão recorde do mercado imobiliário de São Paulo, que vive um momento de ebulição próximo da euforia. Todas as unidades, que custavam de R$ 685 mil a R$ 1,4 milhão, foram vendidas em menos de duas horas.

Hoje, surge um novo prédio por dia na cidade. Entre janeiro e setembro deste ano, o número de lançamentos cresceu 75% em relação ao mesmo período de três anos atrás. Foram 30.468 apartamentos lançados na região metropolitana nos primeiros nove meses de 2007, contra 17.373 em 2004, segundo a consultoria Embraesp.

Na liderança da construção está o Butantã (zona oeste), que teve 2.089 apartamentos lançados. Além de grandes áreas verdes e de mata na região (como na USP e no Instituto Butantã), o bairro terá duas estações de metrô, a serem inauguradas em 2009 e 2012.
Na seqüência, vem o Morumbi (zona sul), bairro que mais cresceu em área construída e o segundo em número de apartamentos lançados em 2006. No acumulado de dez anos, é o que mais concentra novas construções, diz a Embraesp.

Em 20 anos, o bairro ganhou 8,3 milhões de m2 de área construída sobre 2,8 milhões de m2 de terreno.

O crescimento atinge bairros com perfis tão diferentes como Tatuapé, Vila Prudente (ambos na zona leste), Vila Mariana e Santo Amaro (estes na zona sul). E a mudança já muda a cara desses bairros. Tatuapé e Santo Amaro, por exemplo, ex-zonas industriais, passam por mudança de padrão socioeconômico e de classe social.

No Tatuapé, o shopping homônimo servido pelo metrô acaba de ser expandido em 180 lojas, ao custo de R$ 80 milhões. Até março, a cidade ganhará mais cinco shoppings. No outro lado da capital, no Butantã, o condomínio Horizontes, no nº 942 da av. Escola Politécnica, vai mudar a cara da vizinhança e criar um paredão de 28 andares. Todas as sete torres têm vista para a USP.

O aspecto positivo dessa mudança, apontam os urbanistas, é o crescimento da cidade compacta, com adensamento mais próximo das regiões centrais.

"Crescer onde há infra-estrutura é uma regra de ouro para o planejamento urbano preocupado com a qualidade de vida da população", diz a urbanista Regina Meier, da USP.

Em 1927, quando se estabeleceu como barbeiro na Vila Mariana, Francisco Villano, 91, corria para a janela quando passava um carro. "O resto era charretes", afirma. "Não acho o crescimento do bairro ruim."

"A multiplicação de condomínios nos bairros é positiva, reduzindo os deslocamentos da população. A contrapartida é a necessidade de investimentos em transporte público, tirando os carros da rua", diz Paulo Lisboa, da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

e-mail encaminhado ao Sr. Antonio Carlos Bernardi Jr. Assessor do subprefeito de Sto. Amaro

Prezado Antonio Carlos Bernardi Jr,

Estou encaminhando estes e-mail´s escritos para o perito da SETIN Eng Milton Lucato, para seu conhecimento e do Sr. Geraldo Mantovani, aguardando suas consideracoes.

Como podem ter notado a obra do Cond Iepe continua a poluir, e muito.

As telas encontram-se danificadas, nao ha luz sinalizadora para aeronaves e nao houve providencias tomadas da sub prefeitura de Sto. Amaro para interditar esta obra que e´ um exemplo de erros.

Ontem estive no Ministerio Publico - area criminal, encaminhando 7 DVD´s, 1 CD com mais de 1.000 fotos, relatos e documentos comprovando o descaso da Construtora SETIN com os moradores da Vila Anhanguera - Rua Aguaraiba.

Peço providencias urgentes nesse sentido, agendando uma reuniao.

Atenciosamente,

Vivian Jablonski
viviankatz@uol.com.br
Blog : http://condominioiepe.blogspot.com

e-mail encaminhado ao perito da SETIN - MILTON LUCATO

Prezado Eng Milton Lucato,



Estou aguardando o relatorio da pericia que o Sr. efetuou em 22 de novembro de 2007, devido aos danos físicos e materiais decorrentes da poluição ocasionada pela obra da Const. SETIN em minha residência na rua Aguaraiba 20, inclusive o seu carro também sofreu coleta de detritos oriundos da obra (foto tirada pelo Sr.)

Segue abaixo alguns relatos para suas providências:

1. Dia 4 de dezembro ocorreu uma leve chuva – chamei o Eng. Marcelo que me enviou uma equipe para limpeza dos quintais em minha residência, devido ao exesso de detritos poluentes causados pela continuacao do JATEAMENTO nas torres e como de rotina comprovei o fato atraves de mais um DVD, inclusive com alguns depoimentos.

- Vale ressaltar que as telas continuam exatamente conforme a sua constatacao visual na sua vistoria, com os mesmos agravantes como tela aberta, furada e rasgada.

- O Sr. Peixoto, ficou de me enviar no dia seguinte mais um grupo de limpeza, o que não ocorreu.

- A agua usada para limpeza foi de minha residencia, como de frequencia, pois na hora a obra não tinha quase agua.

2. Dia 5 de de dezembro minha cadela Cooker Spaniel teve que tosar e tomar banho por causa do exesso de cimento em suas costas. Segundo a Dra. Patricia veterinaria do Chale Dog, constatou que ela não podera mais ficar aonde se encontra pois esta prestes a ficar com feridas no corpo.

3. No dia de sua vistoria conforme o Sr. pode ver o meu marido estava com uma enorme irratacao nos olhos e depois constatou-se que era CERATITE e quase perdeu a visao por causa de detritos da obra, conforme relato do oftalmologista.

4. Hoje dia 6 de dezembro estou novamente lavando os quintais que estao cheios de detritos.

5. Dia 5 conforme seu telefonema a minha mae, o Eng Marcelo ficou de vir a minha residencia o que não ocorreu tambem.

6. Dia 6 de dezembro, continuo afirmando que não há luz de sinalizacao para aeronaves nas 6 torres do cond IEPE, o que e´ extremamente grave.

7. Meu notebook encontra-se na manutencao pois esta com serias avarias por causa dos detritos da obra.

Está havendo muito descaso da Setin.

O Sr. Rubens Setin, no dia 12 de novembro,ocasiao do nosso encontro na 99º Delegacia com o Dr. Bellio Delegado Titular, veio ate a minha residencia e constatou as falhas de sua obra e me afirmou que em uma semana eu estaria tendo os resultados, mas ate o momento nada disto ocorreu.

Atenciosamente,

Vivian Jablonski
viviankatz@uol.com.br

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Feliz Natal aos meus amigos e inimigos...

Desejo um Feliz Natal a todos meus amigos e inimigos que criei pela minha vida!

Como disse Jesus na cruz " PERDOAI-OS, ELES NAO SABEM O QUE FAZEM "

Esta mensagem cairá bem para os cristãos que incentivam o horror pelo mundo!

Aqueles que promovem a maldade sem pensar na humanidade como um todo!

Para todos que nao amam as arvores, os passaros, os animais, o ar que respiramos, a agua que esta escassa no mundo, ao proprio ser humano...

Aos que amam a natureza e incentivam a paz!

Aos guerreiros que lutam e nao choram, que prometem e cumprem!

AOS MEIOS AMIGOS, INIMIGOS INTEIROS...

Vivian Jablonski