quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
sábado, 22 de dezembro de 2007
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
resposta da Prefeitura de SAO PAULO
Atenção: esta é uma resposta automática.
Prezado(a) Sr(a).
Informamos que sua mensagem foi encaminhada para o Portal da Prefeitura
da Cidade de São Paulo e será encaminhada para o órgão responsável.
Solicitamos que aguarde manifestação do setor competente quanto às
providências cabíveis. A Prefeitura da Cidade de São Paulo agradece o contato
Atenciosamente,
Portal da Prefeitura.SP
Prezado(a) Sr(a).
Informamos que sua mensagem foi encaminhada para o Portal da Prefeitura
da Cidade de São Paulo e será encaminhada para o órgão responsável.
Solicitamos que aguarde manifestação do setor competente quanto às
providências cabíveis. A Prefeitura da Cidade de São Paulo agradece o contato
Atenciosamente,
Portal da Prefeitura.SP
e-mail a PREFEITURA DE SAO PAULO - SR. KASSAB
URGENTE - SAO PAULO 20/12/2007
Prezados Sr. Kassab,
Laboratorio de erros :
Na Av. Eng. Alberto de Zagottis 473, a construtora SETIN esta construindo simultaneamente 6 Torres de 28 andares mais as coberturas.
Há mais de um ano moradores da Rua Aguaraiba e adjacências padecem de poluição ambiental, material, Sonora e principalmente pela nossa perda de saúde e diversas irregularidades de segurança.
Uma das irregularidades diz respeito a segurança, que devido a proximidade do aeroporto de congonhas, geograficamente muitas aeronaves passam por este caminho ou rota.
Nestas Torres não existem a chamada “LUZ VERMELHA” ou advertência para aeronaves.
Sendo assim, solicitamos um parecer sobre a obrigatoriedade DA instalação do sinalizador e devidas providencias e fiscalização imediata no local DA obra.
Este condomínio é um verdadeiro laboratório de erros.
" Estou lutando contra a CONSTRUTOTA SETIN, tenho mais de 1.000 fotos em CD, mais de 7 DVD's, depoimentos, documentos, notas fiscais, abri um inquerito policial NA 99o DELEGACIA ha 3 meses, fui e falei diretamente com o subprefeito de Sto. Amaro, Sr. Geraldo Mantovani, pertenco a AMVA - Assossiacao dos moradores da Vila Anhanguera, enviei correspondencia ao IV COMAR, PSIU, entreguei varios documentos a procuradoria publica e ate' agora sem nenhuma solucao."
O blog abaixo foi criado no intuito de ajudar-nos contra a impunidade.
http://condominioiepe.blogspot.com/
Vivian Jablonski
Rua Aguaraiba 20 - Vila Anhanguera
Tel 11 – 5524.8188
Cel 11 – 7120.2101
viviankatz@uol.com.br
* Solicito retorno e suas devidas providencias através de e-mail.
Prezados Sr. Kassab,
Laboratorio de erros :
Na Av. Eng. Alberto de Zagottis 473, a construtora SETIN esta construindo simultaneamente 6 Torres de 28 andares mais as coberturas.
Há mais de um ano moradores da Rua Aguaraiba e adjacências padecem de poluição ambiental, material, Sonora e principalmente pela nossa perda de saúde e diversas irregularidades de segurança.
Uma das irregularidades diz respeito a segurança, que devido a proximidade do aeroporto de congonhas, geograficamente muitas aeronaves passam por este caminho ou rota.
Nestas Torres não existem a chamada “LUZ VERMELHA” ou advertência para aeronaves.
Sendo assim, solicitamos um parecer sobre a obrigatoriedade DA instalação do sinalizador e devidas providencias e fiscalização imediata no local DA obra.
Este condomínio é um verdadeiro laboratório de erros.
" Estou lutando contra a CONSTRUTOTA SETIN, tenho mais de 1.000 fotos em CD, mais de 7 DVD's, depoimentos, documentos, notas fiscais, abri um inquerito policial NA 99o DELEGACIA ha 3 meses, fui e falei diretamente com o subprefeito de Sto. Amaro, Sr. Geraldo Mantovani, pertenco a AMVA - Assossiacao dos moradores da Vila Anhanguera, enviei correspondencia ao IV COMAR, PSIU, entreguei varios documentos a procuradoria publica e ate' agora sem nenhuma solucao."
O blog abaixo foi criado no intuito de ajudar-nos contra a impunidade.
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Vivian Jablonski
Rua Aguaraiba 20 - Vila Anhanguera
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Cel 11 – 7120.2101
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* Solicito retorno e suas devidas providencias através de e-mail.
TIREM SUAS PROPRIAS CONCLUSOES

São Paulo, quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Gafisa usa subprefeitura para retirar favela da vizinhança
Oferta estava sendo intermediada por funcionários da gestão Gilberto Kassab
Para Ministério Público, que vai investigar o caso, "parceria" é ilegal; líder de moradores gravou proposta de assessor da prefeitura
Marcelo Soares/Folha Imagem
"Megaoutdoor" esconde favela ao lado de empreendimento
ROGÉRIO PAGNAN DA REPORTAGEM LOCAL
A construtora Gafisa, por meio da Subprefeitura de Santo Amaro (zona sul), oferece R$ 15 mil para que moradores deixem uma favela próxima à avenida das Nações Unidas, bem ao lado de um de seus mais novos empreendimentos.
A oferta da indenização é feita por funcionários da gestão Gilberto Kassab (DEM). Procurado, ele não se manifestou.
A favela está irregularmente em uma área pública desde 1987, conforme afirma a própria subprefeitura. São 36 famílias, com mais de 120 pessoas, das quais 47 crianças. As casas são de alvenaria, algumas assobradadas.
A subprefeitura deu, segundo os moradores, até 8 de janeiro para todos saírem.
A pedido da Folha, o líder da comunidade Campo Grande/ Jurubatuba, Luiz Geraldo de Oliveira, gravou uma conversa com o assessor especial da subprefeitura, Antonio Carlos Bernardi, 45.
"Eu acho que é melhor [vocês saírem]. Porque se vocês criarem problema, vocês vão acabar perdendo esses R$ 15 mil. Porque a prefeitura tem um programa habitacional que é de R$ 5.000 para área de risco. Vocês não são área de risco", afirma Bernardi na gravação. Bernardi foi o mesmo funcionário indicado pela assessoria de imprensa da subprefeitura para comentar o caso. À Folha, ele disse que não há pressão para a saída dos moradores, que invadiram a rua. Ele alegou que a subprefeitura buscou uma parceria com a empresa, dizendo não existir uma política habitacional para indenizar moradores que não estão em áreas de risco. Os que estão recebem, no máximo, R$ 5 mil - o chamado "cheque-despejo". "Mais cedo ou mais tarde, eles teriam de sair."
A Gafisa disse, por meio de nota, que foi procurada pela subprefeitura e aceitou o acordo para indenizar as famílias. Mais tarde, porém, a construtora disse que foi ela que procurou a subprefeitura, mas não nega que o acordo foi fechado. Moradores dizem que começaram a ser procurados por funcionários da subprefeitura após a construtora adquirir o terreno e passar a comercializar seus apartamentos, avaliados de R$ 280 mil a 400 mil. As obras terão início, segundo a empresa, em março de 2008.
Com medo de serem despejados, os moradores procuraram o Ministério Público. Segundo o líder da comunidade, nenhum morador aceitou, ainda, receber os R$ 15 mil.
"Estamos vivendo, há 15 dias, noites de terror. Ninguém dorme de medo de ser despejado", diz o metalúrgico José Avelar, que mora há 13 anos no local.
Antes do assédio da subprefeitura, dizem moradores, funcionários contratados pela Gafisa verificaram o tipo de imóvel e o total de moradores.
O promotor José Carlos de Freitas, da Habitação e Urbanismo, diz que esse tipo de "parceria" é ilegal. "Não é usual funcionários da subprefeitura trabalharem a favor das construtoras." Ele já abriu procedimento para apurar o caso. Jorge Luiz Machado, especialista em direito imobiliário e direito civil, disse que o pagamento da indenização por parte da Gafisa "parece ilegal".
"Sem olhar profundamente a matéria, me parece ilegal a Gafisa fazer esse pagamento. A empresa pode até negociar diretamente com os moradores da comunidade, mas, com a interferência de órgão público, a empresa não pode participar."
No local do empreendimento, a Gafisa instalou um "megaoutdoor" de cerca de 300 metros quadrados (proibidos pela lei Cidade Limpa) para esconder a favela. Onde não foi possível pôr cartazes, a empresa colocou floreiras de concreto. A favela ficou quase invisível para quem passa pela rua.
Ao negociar com possíveis compradores de apartamentos, os vendedores do Gafisa afirmam que a favela será removida do local. "A favela ao lado do empreendimento será retirada em, no máximo, 90 (noventa) dias. Já está confirmado pela prefeitura e Gafisa S.A.", diz e-mail de vendedor do empreendimento, batizado de "Magic".
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Colaboraram RICARDO VIEL e EVANDRO SPINELLI, da Reportagem Local
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
RESPOSTA DA FORCA AEREA BRASILEIRA
PREZADOS SRS,.
ESTOU TENTANDO ENVIAR UM FAX DO DOCUMENTO ABAIXO DESDE O DIA 12/12/2007 PARA O TEL No 3208 5745 SEM EXITO.
PECO A GENTILEZA DE SOLUCOES IMEDIATAS PARA O RELATO ABAIXO.
ATENCIOSAMENTE,
VIVIAN JABLONSKI
5511 5524 8188
5511 71202102
viviankatz@uol.com.br
http://condominioiepe.blogspot.com
www.vivianjablonski.com
Prezado(a) Sr(a) Vivian,
Em atenção à sua mensagem, informamos que a mesma foi encaminhada ao
Serviço de Engenharia do Quarto Comando Aéreo Regional (IV COMAR).
Respeitosamente,
Divisão de Relações Públicas
FORÇA AÉREA BRASILEIRA
“NOSSA FORÇA VEM DA UNIÃO DA NOSSA GENTE”
ESTOU TENTANDO ENVIAR UM FAX DO DOCUMENTO ABAIXO DESDE O DIA 12/12/2007 PARA O TEL No 3208 5745 SEM EXITO.
PECO A GENTILEZA DE SOLUCOES IMEDIATAS PARA O RELATO ABAIXO.
ATENCIOSAMENTE,
VIVIAN JABLONSKI
5511 5524 8188
5511 71202102
viviankatz@uol.com.br
http://condominioiepe.blogspot.com
www.vivianjablonski.com
Prezado(a) Sr(a) Vivian,
Em atenção à sua mensagem, informamos que a mesma foi encaminhada ao
Serviço de Engenharia do Quarto Comando Aéreo Regional (IV COMAR).
Respeitosamente,
Divisão de Relações Públicas
FORÇA AÉREA BRASILEIRA
“NOSSA FORÇA VEM DA UNIÃO DA NOSSA GENTE”
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
domingo, 16 de dezembro de 2007
CARTA AO 4o COMAR
São Paulo 12 de dezembro de 2007
Ao
Ministerio da Aeronautico – 4o COMAR
At. Chefe Serv. Regional para Engenharia
Prezados Srs.,
Laboratorio de erros :
Na Av. Eng. Alberto de Zagottis 473, a construtora SETIN esta construindo simultaneamente 6 torres de 28 andares mais as coberturas.
Há mais de um ano moradores da Rua Aguaraiba e adjacências padecem de poluição ambiental, material, sonora e principalmente pela nossa perda de saúde e diversas irregularidades de segurança.
Uma das irregularidades diz respeito a segurança, que devido a proximidade do aeroporto de congonhas, geograficamente muitas aeronaves passam por este caminho ou rota.
Nestas torres não existem a chamada “LUZ VERMELHA” ou advertência para aeronaves.
Sendo assim, solicitamos um parecer sobre a obrigatoriedade da instalação do sinalizador e devidas providencias e fiscalização imediata no local da obra.
Este condomínio é um verdadeiro laboratório de erros.
O blog abaixo foi criado no intuito de ajudar-nos contra a impunidade.
http://condominioiepe.blogspot.com/
Vivian Jablonski
Rua Aguaraiba 20 - Vila Anhanguera
Tel/fax 11 – 5524.8188
Cel 11 – 7120.2101
viviankatz@uol.com.br
* Solicito retorno e suas devidas providencias através de e-mail ou fax .
Ao
Ministerio da Aeronautico – 4o COMAR
At. Chefe Serv. Regional para Engenharia
Prezados Srs.,
Laboratorio de erros :
Na Av. Eng. Alberto de Zagottis 473, a construtora SETIN esta construindo simultaneamente 6 torres de 28 andares mais as coberturas.
Há mais de um ano moradores da Rua Aguaraiba e adjacências padecem de poluição ambiental, material, sonora e principalmente pela nossa perda de saúde e diversas irregularidades de segurança.
Uma das irregularidades diz respeito a segurança, que devido a proximidade do aeroporto de congonhas, geograficamente muitas aeronaves passam por este caminho ou rota.
Nestas torres não existem a chamada “LUZ VERMELHA” ou advertência para aeronaves.
Sendo assim, solicitamos um parecer sobre a obrigatoriedade da instalação do sinalizador e devidas providencias e fiscalização imediata no local da obra.
Este condomínio é um verdadeiro laboratório de erros.
O blog abaixo foi criado no intuito de ajudar-nos contra a impunidade.
http://condominioiepe.blogspot.com/
Vivian Jablonski
Rua Aguaraiba 20 - Vila Anhanguera
Tel/fax 11 – 5524.8188
Cel 11 – 7120.2101
viviankatz@uol.com.br
* Solicito retorno e suas devidas providencias através de e-mail ou fax .
A AGUA NO PLANETA TERRA
18/12/2006 - 18h55
Entenda a importância e as conseqüências do mau uso da água; leia capítulo
da Folha Online
Fundamental para a manutenção da biodiversidade e de todos os ciclos naturais, a produção de alimentos e a preservação da própria vida, a água vem se tornando cada vez mais um recurso estratégico para a humanidade. Nosso mais valioso recurso é tema do livro "A Água", da "Folha Explica", cujo primeiro capítulo é disponibilizado abaixo.
Divulgação
"A Água" mostra importância e conseqüências do mau uso da água
As grandes civilizações já dependem e vão depender, cada vez mais, da água para sua sobrevivência econômica e biológica, além do desenvolvimento econômico e cultural. Assim "A Água" analisa, de forma didática, questões como as propriedades essenciais da água, seus múltiplos usos, o impacto da exploração humana dos recursos hídricos e suas conseqüências.
Um dos autores, José Galizia Tundisi, é presidente do Instituto Internacional de Ecologia de São Carlos e foi presidente do CNPq.
Takako Matsumura Tundisi, por sua vez, é professora titular aposentada da Universidade Federal de São Carlos e diretora científica do Instituto Internacional de Ecologia.
A água é um recurso estratégico para a humanidade, pois mantém a vida no planeta Terra, sustenta a biodiversidade e a produção de alimentos e suporta todos os ciclos naturais. A água tem, portanto, importância ecológica, econômica e social. As grandes civilizações do passado e do presente, assim como as do futuro, dependem e dependerão da água para sua sobrevivência econômica e biológica, e para o desenvolvimento econômico e cultural. Há uma cultura relacionada com a água e um ciclo hidrossocial na inter-relação da população humana com as águas continentais e costeiras.
Embora dependam da água para sua sobrevivência e para o desenvolvimento econômico e social, as sociedades humanas poluem e degradam este recurso --tanto as águas superficiais como as subterrâneas. A diversificação de usos múltiplos,1 a deposição de resíduos sólidos e líquidos em rios, lagos e represas, e o desmatamento e ocupação de bacias hidrográficas têm produzido crises de abastecimento e crises na qualidade das águas. Todas as avaliações atuais sobre a distribuição, quantidade e qualidade das águas apontam para mudanças substanciais na direção do planejamento, gerenciamento de águas superficiais e subterrâneas. Para uma adequada gestão dos recursos hídricos é necessária uma integração mais efetiva e consistente das informações sobre o funcionamento de lagos, rios, represas e áreas alagadas e dos processos econômicos e sociais que influenciam os recursos hídricos.
Este livro mostra os usos deste recurso natural fundamental para a continuidade da vida no planeta Terra e aponta os principais problemas referentes ao ciclo da água.
Na seção introdutória, abaixo, apresentam-se informações gerais referentes à água e sua distribuição no planeta Terra, especialmente os valores de águas doces e salinas e águas no estado sólido. Veremos que a água doce disponível é apenas uma pequena fração dos recursos hídricos do planeta.
No capítulo 1 discute-se o ciclo hidrológico e seus componentes, tais como precipitação, evaporação e drenagem, entre outros. Os volumes relativos a cada etapa do ciclo serão examinados, bem como a água existente nos principais rios e lagos do planeta. Nesse capítulo também são discutidas as propriedades essenciais da água e as características físicas e químicas que fazem dela uma substância peculiar, de enorme importância para a vida de todos os organismos da Terra, incluindo a espécie humana.
No capítulo 2 são apresentados e discutidos os volumes e estatísticas sobre os recursos hídricos do Brasil e as relações entre a distribuição dos recursos hídricos e a população. Discute-se também a importância das atividades humanas no ciclo hidrológico e a disponibilidade hídrica social.
O capítulo 3 apresenta os usos múltiplos da água e os benefícios que podem trazer ao desenvolvimento e manutenção da qualidade de vida. Apresentam-se também os históricos e as tendências no uso das águas e a disponibilidade social no acesso a ela como motivo da exclusão social. São também discutidos os usos múltiplos da água no Brasil e sua importância para o desenvolvimento do país.
No capítulo seguinte discutem-se os impactos das várias atividades humanas, do crescimento populacional e da contaminação do solo e atmosfera na situação dos recursos hídricos. A contaminação das águas superficiais e subterrâneas é um dos problemas que afetam a segurança coletiva da população e a saúde pública.
Os impactos de usos múltiplos dos recursos hídricos no Brasil e suas conseqüências ecológicas, econômicas e sociais são discutidos no capítulo 5, em que também são apresentadas informações sobre sua magnitude e o potencial para aumento no futuro, se ações decisivas e integradas não forem implantadas.
No capítulo 6 são abordados o planejamento e gestão dos recursos hídricos. Descrevem-se a evolução dos sistemas e processos de gerenciamento e gestão ao longo do século 20 e também os vários mecanismos para gestão integrada e preditiva, especialmente ao nível de bacia hidrográfica.
Finalmente, no capítulo 7, são discutidas as questões principais referentes ao futuro dos usos e gestão das águas no século 21: alternativas para enfrentar a escassez, mecanismos e tecnologias avançadas para diminuir a contaminação e ainda a introdução de uma nova ética para a água --consubstanciada na gestão ambiental mais ampla--, usos do solo, proteção das florestas e biodiversidade, recuperação e proteção de áreas alagadas. Apresentam-se as últimas resoluções das Nações Unidas sobre o problema da água, culminando com a implantação da Década Mundial da Água a partir de 2005.
O leitor poderá consultar um glossário, no fim do livro, para melhor explicação sobre termos utilizados. Também foram incluídos termos não utilizados no texto, mas que podem ser úteis para esclarecimentos futuros.
Considerando-se a obra como um todo, foi feito um esforço no sentido de promover uma visão sistêmica, sintética e útil sobre um recurso natural essencial à sobrevivência das espécies --incluindo a espécie humana-- e vital para o funcionamento equilibrado do planeta.
A ÁGUA NO PLANETA TERRA
A água é uma substância essencial à vida. É encontrada na Terra sob as formas sólida, líquida e gasosa. Noventa e oito por cento da água neste planeta encontra-se nos oceanos (aproximadamente 109 mil km3 de água). Águas doces, que constituem os rios e lagos nos continentes, e águas subterrâneas são relativamente escassas. Estas águas doces nos continentes são a fonte que produz alimentos e colheitas, mantém a biodiversidade e os ciclos de nutrientes, e mantém também as atividades humanas. Sem água de qualidade adequada, o desenvolvimento econômico-social e a qualidade da vida da população humana ficam comprometidos. As fontes de água doce, superficiais ou subterrâneas, têm sofrido, especialmente nos últimos cem anos, em razão de um conjunto de atividades humanas sem precedentes na história: construção de hidrovias, urbanização acelerada, usos intensivos das águas superficiais e subterrâneas na agricultura e na indústria.
O ciclo hidrológico (passagem constante de um estado a outro, como veremos no capítulo 1) renova as quantidades de água e também a sua qualidade. Entretanto, esta água que passa do estado líquido para o gasoso, e também se acumula no estado sólido (gelo) nas calotas polares, não é infinita. O ciclo renova a quantidade de vapor d'água na atmosfera e a quantidade da água líquida, periodicamente, mas é sempre a mesma quantidade de água que é renovada. O aumento intenso de demanda diminui, portanto, a disponibilidade de água líquida e coloca em perigo os usos múltiplos, a expansão econômica e a qualidade de vida. As águas doces continentais também sofrem com a contaminação causada por inúmeras substâncias, pelo despejo de esgotos domésticos e industriais, e com acúmulo destas nos sedimentos de rios, lagos e represas.
Como se chegou a este ponto no uso e degradação de um recurso natural vital para a sobrevivência de todas as espécies de animais e plantas?
A resposta é: porque se acreditava que o recurso era infinito, assim como a capacidade de autodepuração do sistema. Pensava-se que a tecnologia desenvolvida pelo homem poderia tratar qualquer tipo de água contaminada e recuperá-la. Na verdade, o recurso é finito, pois a quantidade de água líquida depende de demanda, e a capacidade de autodepuração dos sistemas tem limite; é bom ter em mente, também, que os custos para transformar água de qualquer qualidade em água potável estão se tornando proibitivos.
Deve-se ainda considerar que as grandes massas urbanas --3 bilhões de pessoas-- necessitam de grandes volumes de água para sua sustentabilidade; além disso, produzem uma massa enorme de detritos (fezes e urina), que necessitam de tratamento imediato para não contaminar as águas superficiais e subterrâneas. Este conjunto de problemas levou à atual situação da água, uma crise sem procedentes, que demanda ações de curto, médio e longo prazos.
1 "Usos múltiplos" da água referem-se aos usos para várias atividades simultaneamente: por exemplo, a água de um lago pode ser utilizada ao mesmo tempo para abastecimento público, recreação, turismo e irrigação.
Entenda a importância e as conseqüências do mau uso da água; leia capítulo
da Folha Online
Fundamental para a manutenção da biodiversidade e de todos os ciclos naturais, a produção de alimentos e a preservação da própria vida, a água vem se tornando cada vez mais um recurso estratégico para a humanidade. Nosso mais valioso recurso é tema do livro "A Água", da "Folha Explica", cujo primeiro capítulo é disponibilizado abaixo.
Divulgação
"A Água" mostra importância e conseqüências do mau uso da água
As grandes civilizações já dependem e vão depender, cada vez mais, da água para sua sobrevivência econômica e biológica, além do desenvolvimento econômico e cultural. Assim "A Água" analisa, de forma didática, questões como as propriedades essenciais da água, seus múltiplos usos, o impacto da exploração humana dos recursos hídricos e suas conseqüências.
Um dos autores, José Galizia Tundisi, é presidente do Instituto Internacional de Ecologia de São Carlos e foi presidente do CNPq.
Takako Matsumura Tundisi, por sua vez, é professora titular aposentada da Universidade Federal de São Carlos e diretora científica do Instituto Internacional de Ecologia.
A água é um recurso estratégico para a humanidade, pois mantém a vida no planeta Terra, sustenta a biodiversidade e a produção de alimentos e suporta todos os ciclos naturais. A água tem, portanto, importância ecológica, econômica e social. As grandes civilizações do passado e do presente, assim como as do futuro, dependem e dependerão da água para sua sobrevivência econômica e biológica, e para o desenvolvimento econômico e cultural. Há uma cultura relacionada com a água e um ciclo hidrossocial na inter-relação da população humana com as águas continentais e costeiras.
Embora dependam da água para sua sobrevivência e para o desenvolvimento econômico e social, as sociedades humanas poluem e degradam este recurso --tanto as águas superficiais como as subterrâneas. A diversificação de usos múltiplos,1 a deposição de resíduos sólidos e líquidos em rios, lagos e represas, e o desmatamento e ocupação de bacias hidrográficas têm produzido crises de abastecimento e crises na qualidade das águas. Todas as avaliações atuais sobre a distribuição, quantidade e qualidade das águas apontam para mudanças substanciais na direção do planejamento, gerenciamento de águas superficiais e subterrâneas. Para uma adequada gestão dos recursos hídricos é necessária uma integração mais efetiva e consistente das informações sobre o funcionamento de lagos, rios, represas e áreas alagadas e dos processos econômicos e sociais que influenciam os recursos hídricos.
Este livro mostra os usos deste recurso natural fundamental para a continuidade da vida no planeta Terra e aponta os principais problemas referentes ao ciclo da água.
Na seção introdutória, abaixo, apresentam-se informações gerais referentes à água e sua distribuição no planeta Terra, especialmente os valores de águas doces e salinas e águas no estado sólido. Veremos que a água doce disponível é apenas uma pequena fração dos recursos hídricos do planeta.
No capítulo 1 discute-se o ciclo hidrológico e seus componentes, tais como precipitação, evaporação e drenagem, entre outros. Os volumes relativos a cada etapa do ciclo serão examinados, bem como a água existente nos principais rios e lagos do planeta. Nesse capítulo também são discutidas as propriedades essenciais da água e as características físicas e químicas que fazem dela uma substância peculiar, de enorme importância para a vida de todos os organismos da Terra, incluindo a espécie humana.
No capítulo 2 são apresentados e discutidos os volumes e estatísticas sobre os recursos hídricos do Brasil e as relações entre a distribuição dos recursos hídricos e a população. Discute-se também a importância das atividades humanas no ciclo hidrológico e a disponibilidade hídrica social.
O capítulo 3 apresenta os usos múltiplos da água e os benefícios que podem trazer ao desenvolvimento e manutenção da qualidade de vida. Apresentam-se também os históricos e as tendências no uso das águas e a disponibilidade social no acesso a ela como motivo da exclusão social. São também discutidos os usos múltiplos da água no Brasil e sua importância para o desenvolvimento do país.
No capítulo seguinte discutem-se os impactos das várias atividades humanas, do crescimento populacional e da contaminação do solo e atmosfera na situação dos recursos hídricos. A contaminação das águas superficiais e subterrâneas é um dos problemas que afetam a segurança coletiva da população e a saúde pública.
Os impactos de usos múltiplos dos recursos hídricos no Brasil e suas conseqüências ecológicas, econômicas e sociais são discutidos no capítulo 5, em que também são apresentadas informações sobre sua magnitude e o potencial para aumento no futuro, se ações decisivas e integradas não forem implantadas.
No capítulo 6 são abordados o planejamento e gestão dos recursos hídricos. Descrevem-se a evolução dos sistemas e processos de gerenciamento e gestão ao longo do século 20 e também os vários mecanismos para gestão integrada e preditiva, especialmente ao nível de bacia hidrográfica.
Finalmente, no capítulo 7, são discutidas as questões principais referentes ao futuro dos usos e gestão das águas no século 21: alternativas para enfrentar a escassez, mecanismos e tecnologias avançadas para diminuir a contaminação e ainda a introdução de uma nova ética para a água --consubstanciada na gestão ambiental mais ampla--, usos do solo, proteção das florestas e biodiversidade, recuperação e proteção de áreas alagadas. Apresentam-se as últimas resoluções das Nações Unidas sobre o problema da água, culminando com a implantação da Década Mundial da Água a partir de 2005.
O leitor poderá consultar um glossário, no fim do livro, para melhor explicação sobre termos utilizados. Também foram incluídos termos não utilizados no texto, mas que podem ser úteis para esclarecimentos futuros.
Considerando-se a obra como um todo, foi feito um esforço no sentido de promover uma visão sistêmica, sintética e útil sobre um recurso natural essencial à sobrevivência das espécies --incluindo a espécie humana-- e vital para o funcionamento equilibrado do planeta.
A ÁGUA NO PLANETA TERRA
A água é uma substância essencial à vida. É encontrada na Terra sob as formas sólida, líquida e gasosa. Noventa e oito por cento da água neste planeta encontra-se nos oceanos (aproximadamente 109 mil km3 de água). Águas doces, que constituem os rios e lagos nos continentes, e águas subterrâneas são relativamente escassas. Estas águas doces nos continentes são a fonte que produz alimentos e colheitas, mantém a biodiversidade e os ciclos de nutrientes, e mantém também as atividades humanas. Sem água de qualidade adequada, o desenvolvimento econômico-social e a qualidade da vida da população humana ficam comprometidos. As fontes de água doce, superficiais ou subterrâneas, têm sofrido, especialmente nos últimos cem anos, em razão de um conjunto de atividades humanas sem precedentes na história: construção de hidrovias, urbanização acelerada, usos intensivos das águas superficiais e subterrâneas na agricultura e na indústria.
O ciclo hidrológico (passagem constante de um estado a outro, como veremos no capítulo 1) renova as quantidades de água e também a sua qualidade. Entretanto, esta água que passa do estado líquido para o gasoso, e também se acumula no estado sólido (gelo) nas calotas polares, não é infinita. O ciclo renova a quantidade de vapor d'água na atmosfera e a quantidade da água líquida, periodicamente, mas é sempre a mesma quantidade de água que é renovada. O aumento intenso de demanda diminui, portanto, a disponibilidade de água líquida e coloca em perigo os usos múltiplos, a expansão econômica e a qualidade de vida. As águas doces continentais também sofrem com a contaminação causada por inúmeras substâncias, pelo despejo de esgotos domésticos e industriais, e com acúmulo destas nos sedimentos de rios, lagos e represas.
Como se chegou a este ponto no uso e degradação de um recurso natural vital para a sobrevivência de todas as espécies de animais e plantas?
A resposta é: porque se acreditava que o recurso era infinito, assim como a capacidade de autodepuração do sistema. Pensava-se que a tecnologia desenvolvida pelo homem poderia tratar qualquer tipo de água contaminada e recuperá-la. Na verdade, o recurso é finito, pois a quantidade de água líquida depende de demanda, e a capacidade de autodepuração dos sistemas tem limite; é bom ter em mente, também, que os custos para transformar água de qualquer qualidade em água potável estão se tornando proibitivos.
Deve-se ainda considerar que as grandes massas urbanas --3 bilhões de pessoas-- necessitam de grandes volumes de água para sua sustentabilidade; além disso, produzem uma massa enorme de detritos (fezes e urina), que necessitam de tratamento imediato para não contaminar as águas superficiais e subterrâneas. Este conjunto de problemas levou à atual situação da água, uma crise sem procedentes, que demanda ações de curto, médio e longo prazos.
1 "Usos múltiplos" da água referem-se aos usos para várias atividades simultaneamente: por exemplo, a água de um lago pode ser utilizada ao mesmo tempo para abastecimento público, recreação, turismo e irrigação.
ONDE IREMOS PARAR ???
16/12/2007 - 09h12
São Paulo ganha um prédio por dia, e bairros mudam
VINÍCIUS QUEIROZ GALVÃO
da Folha de S.Paulo
Na esquina das ruas Maria Figueiredo e Tutóia, na Vila Mariana (zona sul), um prédio de 22 andares e 44 apartamentos dá o tom da expansão recorde do mercado imobiliário de São Paulo, que vive um momento de ebulição próximo da euforia. Todas as unidades, que custavam de R$ 685 mil a R$ 1,4 milhão, foram vendidas em menos de duas horas.
Hoje, surge um novo prédio por dia na cidade. Entre janeiro e setembro deste ano, o número de lançamentos cresceu 75% em relação ao mesmo período de três anos atrás. Foram 30.468 apartamentos lançados na região metropolitana nos primeiros nove meses de 2007, contra 17.373 em 2004, segundo a consultoria Embraesp.
Na liderança da construção está o Butantã (zona oeste), que teve 2.089 apartamentos lançados. Além de grandes áreas verdes e de mata na região (como na USP e no Instituto Butantã), o bairro terá duas estações de metrô, a serem inauguradas em 2009 e 2012.
Na seqüência, vem o Morumbi (zona sul), bairro que mais cresceu em área construída e o segundo em número de apartamentos lançados em 2006. No acumulado de dez anos, é o que mais concentra novas construções, diz a Embraesp.
Em 20 anos, o bairro ganhou 8,3 milhões de m2 de área construída sobre 2,8 milhões de m2 de terreno.
O crescimento atinge bairros com perfis tão diferentes como Tatuapé, Vila Prudente (ambos na zona leste), Vila Mariana e Santo Amaro (estes na zona sul). E a mudança já muda a cara desses bairros. Tatuapé e Santo Amaro, por exemplo, ex-zonas industriais, passam por mudança de padrão socioeconômico e de classe social.
No Tatuapé, o shopping homônimo servido pelo metrô acaba de ser expandido em 180 lojas, ao custo de R$ 80 milhões. Até março, a cidade ganhará mais cinco shoppings. No outro lado da capital, no Butantã, o condomínio Horizontes, no nº 942 da av. Escola Politécnica, vai mudar a cara da vizinhança e criar um paredão de 28 andares. Todas as sete torres têm vista para a USP.
O aspecto positivo dessa mudança, apontam os urbanistas, é o crescimento da cidade compacta, com adensamento mais próximo das regiões centrais.
"Crescer onde há infra-estrutura é uma regra de ouro para o planejamento urbano preocupado com a qualidade de vida da população", diz a urbanista Regina Meier, da USP.
Em 1927, quando se estabeleceu como barbeiro na Vila Mariana, Francisco Villano, 91, corria para a janela quando passava um carro. "O resto era charretes", afirma. "Não acho o crescimento do bairro ruim."
"A multiplicação de condomínios nos bairros é positiva, reduzindo os deslocamentos da população. A contrapartida é a necessidade de investimentos em transporte público, tirando os carros da rua", diz Paulo Lisboa, da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura.
São Paulo ganha um prédio por dia, e bairros mudam
VINÍCIUS QUEIROZ GALVÃO
da Folha de S.Paulo
Na esquina das ruas Maria Figueiredo e Tutóia, na Vila Mariana (zona sul), um prédio de 22 andares e 44 apartamentos dá o tom da expansão recorde do mercado imobiliário de São Paulo, que vive um momento de ebulição próximo da euforia. Todas as unidades, que custavam de R$ 685 mil a R$ 1,4 milhão, foram vendidas em menos de duas horas.
Hoje, surge um novo prédio por dia na cidade. Entre janeiro e setembro deste ano, o número de lançamentos cresceu 75% em relação ao mesmo período de três anos atrás. Foram 30.468 apartamentos lançados na região metropolitana nos primeiros nove meses de 2007, contra 17.373 em 2004, segundo a consultoria Embraesp.
Na liderança da construção está o Butantã (zona oeste), que teve 2.089 apartamentos lançados. Além de grandes áreas verdes e de mata na região (como na USP e no Instituto Butantã), o bairro terá duas estações de metrô, a serem inauguradas em 2009 e 2012.
Na seqüência, vem o Morumbi (zona sul), bairro que mais cresceu em área construída e o segundo em número de apartamentos lançados em 2006. No acumulado de dez anos, é o que mais concentra novas construções, diz a Embraesp.
Em 20 anos, o bairro ganhou 8,3 milhões de m2 de área construída sobre 2,8 milhões de m2 de terreno.
O crescimento atinge bairros com perfis tão diferentes como Tatuapé, Vila Prudente (ambos na zona leste), Vila Mariana e Santo Amaro (estes na zona sul). E a mudança já muda a cara desses bairros. Tatuapé e Santo Amaro, por exemplo, ex-zonas industriais, passam por mudança de padrão socioeconômico e de classe social.
No Tatuapé, o shopping homônimo servido pelo metrô acaba de ser expandido em 180 lojas, ao custo de R$ 80 milhões. Até março, a cidade ganhará mais cinco shoppings. No outro lado da capital, no Butantã, o condomínio Horizontes, no nº 942 da av. Escola Politécnica, vai mudar a cara da vizinhança e criar um paredão de 28 andares. Todas as sete torres têm vista para a USP.
O aspecto positivo dessa mudança, apontam os urbanistas, é o crescimento da cidade compacta, com adensamento mais próximo das regiões centrais.
"Crescer onde há infra-estrutura é uma regra de ouro para o planejamento urbano preocupado com a qualidade de vida da população", diz a urbanista Regina Meier, da USP.
Em 1927, quando se estabeleceu como barbeiro na Vila Mariana, Francisco Villano, 91, corria para a janela quando passava um carro. "O resto era charretes", afirma. "Não acho o crescimento do bairro ruim."
"A multiplicação de condomínios nos bairros é positiva, reduzindo os deslocamentos da população. A contrapartida é a necessidade de investimentos em transporte público, tirando os carros da rua", diz Paulo Lisboa, da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
e-mail encaminhado ao Sr. Antonio Carlos Bernardi Jr. Assessor do subprefeito de Sto. Amaro
Prezado Antonio Carlos Bernardi Jr,
Estou encaminhando estes e-mail´s escritos para o perito da SETIN Eng Milton Lucato, para seu conhecimento e do Sr. Geraldo Mantovani, aguardando suas consideracoes.
Como podem ter notado a obra do Cond Iepe continua a poluir, e muito.
As telas encontram-se danificadas, nao ha luz sinalizadora para aeronaves e nao houve providencias tomadas da sub prefeitura de Sto. Amaro para interditar esta obra que e´ um exemplo de erros.
Ontem estive no Ministerio Publico - area criminal, encaminhando 7 DVD´s, 1 CD com mais de 1.000 fotos, relatos e documentos comprovando o descaso da Construtora SETIN com os moradores da Vila Anhanguera - Rua Aguaraiba.
Peço providencias urgentes nesse sentido, agendando uma reuniao.
Atenciosamente,
Vivian Jablonski
viviankatz@uol.com.br
Blog : http://condominioiepe.blogspot.com
Estou encaminhando estes e-mail´s escritos para o perito da SETIN Eng Milton Lucato, para seu conhecimento e do Sr. Geraldo Mantovani, aguardando suas consideracoes.
Como podem ter notado a obra do Cond Iepe continua a poluir, e muito.
As telas encontram-se danificadas, nao ha luz sinalizadora para aeronaves e nao houve providencias tomadas da sub prefeitura de Sto. Amaro para interditar esta obra que e´ um exemplo de erros.
Ontem estive no Ministerio Publico - area criminal, encaminhando 7 DVD´s, 1 CD com mais de 1.000 fotos, relatos e documentos comprovando o descaso da Construtora SETIN com os moradores da Vila Anhanguera - Rua Aguaraiba.
Peço providencias urgentes nesse sentido, agendando uma reuniao.
Atenciosamente,
Vivian Jablonski
viviankatz@uol.com.br
Blog : http://condominioiepe.blogspot.com
e-mail encaminhado ao perito da SETIN - MILTON LUCATO
Prezado Eng Milton Lucato,
Estou aguardando o relatorio da pericia que o Sr. efetuou em 22 de novembro de 2007, devido aos danos físicos e materiais decorrentes da poluição ocasionada pela obra da Const. SETIN em minha residência na rua Aguaraiba 20, inclusive o seu carro também sofreu coleta de detritos oriundos da obra (foto tirada pelo Sr.)
Segue abaixo alguns relatos para suas providências:
1. Dia 4 de dezembro ocorreu uma leve chuva – chamei o Eng. Marcelo que me enviou uma equipe para limpeza dos quintais em minha residência, devido ao exesso de detritos poluentes causados pela continuacao do JATEAMENTO nas torres e como de rotina comprovei o fato atraves de mais um DVD, inclusive com alguns depoimentos.
- Vale ressaltar que as telas continuam exatamente conforme a sua constatacao visual na sua vistoria, com os mesmos agravantes como tela aberta, furada e rasgada.
- O Sr. Peixoto, ficou de me enviar no dia seguinte mais um grupo de limpeza, o que não ocorreu.
- A agua usada para limpeza foi de minha residencia, como de frequencia, pois na hora a obra não tinha quase agua.
2. Dia 5 de de dezembro minha cadela Cooker Spaniel teve que tosar e tomar banho por causa do exesso de cimento em suas costas. Segundo a Dra. Patricia veterinaria do Chale Dog, constatou que ela não podera mais ficar aonde se encontra pois esta prestes a ficar com feridas no corpo.
3. No dia de sua vistoria conforme o Sr. pode ver o meu marido estava com uma enorme irratacao nos olhos e depois constatou-se que era CERATITE e quase perdeu a visao por causa de detritos da obra, conforme relato do oftalmologista.
4. Hoje dia 6 de dezembro estou novamente lavando os quintais que estao cheios de detritos.
5. Dia 5 conforme seu telefonema a minha mae, o Eng Marcelo ficou de vir a minha residencia o que não ocorreu tambem.
6. Dia 6 de dezembro, continuo afirmando que não há luz de sinalizacao para aeronaves nas 6 torres do cond IEPE, o que e´ extremamente grave.
7. Meu notebook encontra-se na manutencao pois esta com serias avarias por causa dos detritos da obra.
Está havendo muito descaso da Setin.
O Sr. Rubens Setin, no dia 12 de novembro,ocasiao do nosso encontro na 99º Delegacia com o Dr. Bellio Delegado Titular, veio ate a minha residencia e constatou as falhas de sua obra e me afirmou que em uma semana eu estaria tendo os resultados, mas ate o momento nada disto ocorreu.
Atenciosamente,
Vivian Jablonski
viviankatz@uol.com.br
Estou aguardando o relatorio da pericia que o Sr. efetuou em 22 de novembro de 2007, devido aos danos físicos e materiais decorrentes da poluição ocasionada pela obra da Const. SETIN em minha residência na rua Aguaraiba 20, inclusive o seu carro também sofreu coleta de detritos oriundos da obra (foto tirada pelo Sr.)
Segue abaixo alguns relatos para suas providências:
1. Dia 4 de dezembro ocorreu uma leve chuva – chamei o Eng. Marcelo que me enviou uma equipe para limpeza dos quintais em minha residência, devido ao exesso de detritos poluentes causados pela continuacao do JATEAMENTO nas torres e como de rotina comprovei o fato atraves de mais um DVD, inclusive com alguns depoimentos.
- Vale ressaltar que as telas continuam exatamente conforme a sua constatacao visual na sua vistoria, com os mesmos agravantes como tela aberta, furada e rasgada.
- O Sr. Peixoto, ficou de me enviar no dia seguinte mais um grupo de limpeza, o que não ocorreu.
- A agua usada para limpeza foi de minha residencia, como de frequencia, pois na hora a obra não tinha quase agua.
2. Dia 5 de de dezembro minha cadela Cooker Spaniel teve que tosar e tomar banho por causa do exesso de cimento em suas costas. Segundo a Dra. Patricia veterinaria do Chale Dog, constatou que ela não podera mais ficar aonde se encontra pois esta prestes a ficar com feridas no corpo.
3. No dia de sua vistoria conforme o Sr. pode ver o meu marido estava com uma enorme irratacao nos olhos e depois constatou-se que era CERATITE e quase perdeu a visao por causa de detritos da obra, conforme relato do oftalmologista.
4. Hoje dia 6 de dezembro estou novamente lavando os quintais que estao cheios de detritos.
5. Dia 5 conforme seu telefonema a minha mae, o Eng Marcelo ficou de vir a minha residencia o que não ocorreu tambem.
6. Dia 6 de dezembro, continuo afirmando que não há luz de sinalizacao para aeronaves nas 6 torres do cond IEPE, o que e´ extremamente grave.
7. Meu notebook encontra-se na manutencao pois esta com serias avarias por causa dos detritos da obra.
Está havendo muito descaso da Setin.
O Sr. Rubens Setin, no dia 12 de novembro,ocasiao do nosso encontro na 99º Delegacia com o Dr. Bellio Delegado Titular, veio ate a minha residencia e constatou as falhas de sua obra e me afirmou que em uma semana eu estaria tendo os resultados, mas ate o momento nada disto ocorreu.
Atenciosamente,
Vivian Jablonski
viviankatz@uol.com.br
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Feliz Natal aos meus amigos e inimigos...
Desejo um Feliz Natal a todos meus amigos e inimigos que criei pela minha vida!
Como disse Jesus na cruz " PERDOAI-OS, ELES NAO SABEM O QUE FAZEM "
Esta mensagem cairá bem para os cristãos que incentivam o horror pelo mundo!
Aqueles que promovem a maldade sem pensar na humanidade como um todo!
Para todos que nao amam as arvores, os passaros, os animais, o ar que respiramos, a agua que esta escassa no mundo, ao proprio ser humano...
Aos que amam a natureza e incentivam a paz!
Aos guerreiros que lutam e nao choram, que prometem e cumprem!
AOS MEIOS AMIGOS, INIMIGOS INTEIROS...
Vivian Jablonski
Como disse Jesus na cruz " PERDOAI-OS, ELES NAO SABEM O QUE FAZEM "
Esta mensagem cairá bem para os cristãos que incentivam o horror pelo mundo!
Aqueles que promovem a maldade sem pensar na humanidade como um todo!
Para todos que nao amam as arvores, os passaros, os animais, o ar que respiramos, a agua que esta escassa no mundo, ao proprio ser humano...
Aos que amam a natureza e incentivam a paz!
Aos guerreiros que lutam e nao choram, que prometem e cumprem!
AOS MEIOS AMIGOS, INIMIGOS INTEIROS...
Vivian Jablonski
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
resposta ao Joao Oscar Faklen
Oscar,
Vc tem todo o direito de colocar no blog suas opinioes, e eu de contesta'-las.
Ainda existe democracia neste pai's !!!
Nao acredito que VC seja uma pessoa que nao ve a realidade verdadeira dos fatos, pq te julgo muito inteligente e vivido.
Se VC estava no bar bebendo, conforme afirmou, e haviam pessoas comprando vinho e voltavam com cheiro de "maconha", isto nao e' um problema seu, alias qual e' a diferenca entre o alcool e esta droga ???
Eu acredito que o cond IEPE nao trara' nada de bom para nos, muito pelo contrario.
As ruas ficarao mais congestionadas, o AR muito mais poluido (irao circular uma media de 300/400 carros dentro do condominio), a poluicao visual ja e' notada, e o que respiramos agora talvez nos levara a um cancer de pulmao, pois no momento e' despejado kilos e mais kilos de massa com concreto no AR, e o bairro ja' esta sentindo o efeito eminente, sem falar da poluicao Sonora que esta causando depressao nos moradores.
Se VC acha que nao vai haver mais assaltos, roubos, ou ate estupros, voce esta muito enganado!
A policia vai continuar combatendo os bandidos fora ou dentro da Mata, e isto ja' e' uma realidade, pois houve recentemente casos de roubo e estupro na regiao.
So' numa coisa eu concordo com VC: realmente os mosquitos diminuiram, mas preferia eles, a Mata Atlantica, o manancial de agua cristalina, os maconheiros, a Dna. Leonor vendendo verduras, sem tirar da Mata Atlantica pinheiros, a esse Shangri-la seu que so' na sua cabeca ira' existir, alias estao anunciando mais 23 deles por perto, e se Deus quiser estarei bem longe daqui quando isto acontecer!
Vivian
Vc tem todo o direito de colocar no blog suas opinioes, e eu de contesta'-las.
Ainda existe democracia neste pai's !!!
Nao acredito que VC seja uma pessoa que nao ve a realidade verdadeira dos fatos, pq te julgo muito inteligente e vivido.
Se VC estava no bar bebendo, conforme afirmou, e haviam pessoas comprando vinho e voltavam com cheiro de "maconha", isto nao e' um problema seu, alias qual e' a diferenca entre o alcool e esta droga ???
Eu acredito que o cond IEPE nao trara' nada de bom para nos, muito pelo contrario.
As ruas ficarao mais congestionadas, o AR muito mais poluido (irao circular uma media de 300/400 carros dentro do condominio), a poluicao visual ja e' notada, e o que respiramos agora talvez nos levara a um cancer de pulmao, pois no momento e' despejado kilos e mais kilos de massa com concreto no AR, e o bairro ja' esta sentindo o efeito eminente, sem falar da poluicao Sonora que esta causando depressao nos moradores.
Se VC acha que nao vai haver mais assaltos, roubos, ou ate estupros, voce esta muito enganado!
A policia vai continuar combatendo os bandidos fora ou dentro da Mata, e isto ja' e' uma realidade, pois houve recentemente casos de roubo e estupro na regiao.
So' numa coisa eu concordo com VC: realmente os mosquitos diminuiram, mas preferia eles, a Mata Atlantica, o manancial de agua cristalina, os maconheiros, a Dna. Leonor vendendo verduras, sem tirar da Mata Atlantica pinheiros, a esse Shangri-la seu que so' na sua cabeca ira' existir, alias estao anunciando mais 23 deles por perto, e se Deus quiser estarei bem longe daqui quando isto acontecer!
Vivian
liberdade de expressao
Cara Vivian.
Não quiz escrever direto no blog para não macular tua idealista campanha. Continuo te admirando pela fé e coragem em levar adiante esse nobre ( mas Quixotesco) ideal.
Mas não posso deixar de comentar contigo alguns pontos contraditórios da sua campanha:
Quando ficava no bar do Jorge, diariamente apareciam adolescentes de ambos sexos, compravam uma garrafa de vinho Canção por R$ 4,00 e iam para a chacara..... Nunca tive curiosidade em descobrir o que lá faziam, mas voltavam com cheiro de Maconha para devolver a garrafa retornavel......
Soube de casos de indivíduos meliantes que em fuga da Polícia se escondiam e pernoitavam na Mata.
O numero de mosquitos, inclusive da Dengue era aterrador.
A exploração selvícola se resumia na horta da D. Leonor e seu marido que moravam em condições bastante precárias na chacara, e no fim do ano vendiam as arvores de natal (não oriundas da Mata Atlantica) que lá cultivavam.
Varias vezes descobriu-se carros abandonados na região. especialmente da rua atrás da Aguaraiba (passagem) onde 'as vezes eram "desmanchados" .
Infelizmente não consigo ver o "Shangri-La" ecológico citado no blog-arauto pois para mim sempre foi um motivo de preocupação, visto que minhas filhas quando iam 'a casa da vovó, iam pela Aguaraiba sabe-se-lá expostas a quais perigos. Havia um medo talvez até infundado que o MST pudesse com suas bandeiras vermelhas e vandalismo característico tomar posse desta area devoluta, ou ainda que fosse desapropriada para passar uma avenida e a vila Anhangüera deixar de ser um bolsão herméticamente fechado deixando suas entranhas abertas para qualquer um.
Sei e entendo que um canteiro de obras deste porte gera um sem numero de problemas e revoltas, talvez a maioria já discutida e até postada em seu blog, mas acredito que não há mal que para sempre dure e, até o final do acabamento que não é a pior parte da obra, muito tempo não se passe, e aí quem sabe até nos regozijemos com a valorização de nossas casas, a ascenção da região, e a beleza inerente a esta Megalópole.
Um grande Abraço
Oscar
P.S. Acompanho com muito interesse as postagens no Blog apesar de parecer o advogado do diabo defendendo o indefensável...
Não quiz escrever direto no blog para não macular tua idealista campanha. Continuo te admirando pela fé e coragem em levar adiante esse nobre ( mas Quixotesco) ideal.
Mas não posso deixar de comentar contigo alguns pontos contraditórios da sua campanha:
Quando ficava no bar do Jorge, diariamente apareciam adolescentes de ambos sexos, compravam uma garrafa de vinho Canção por R$ 4,00 e iam para a chacara..... Nunca tive curiosidade em descobrir o que lá faziam, mas voltavam com cheiro de Maconha para devolver a garrafa retornavel......
Soube de casos de indivíduos meliantes que em fuga da Polícia se escondiam e pernoitavam na Mata.
O numero de mosquitos, inclusive da Dengue era aterrador.
A exploração selvícola se resumia na horta da D. Leonor e seu marido que moravam em condições bastante precárias na chacara, e no fim do ano vendiam as arvores de natal (não oriundas da Mata Atlantica) que lá cultivavam.
Varias vezes descobriu-se carros abandonados na região. especialmente da rua atrás da Aguaraiba (passagem) onde 'as vezes eram "desmanchados" .
Infelizmente não consigo ver o "Shangri-La" ecológico citado no blog-arauto pois para mim sempre foi um motivo de preocupação, visto que minhas filhas quando iam 'a casa da vovó, iam pela Aguaraiba sabe-se-lá expostas a quais perigos. Havia um medo talvez até infundado que o MST pudesse com suas bandeiras vermelhas e vandalismo característico tomar posse desta area devoluta, ou ainda que fosse desapropriada para passar uma avenida e a vila Anhangüera deixar de ser um bolsão herméticamente fechado deixando suas entranhas abertas para qualquer um.
Sei e entendo que um canteiro de obras deste porte gera um sem numero de problemas e revoltas, talvez a maioria já discutida e até postada em seu blog, mas acredito que não há mal que para sempre dure e, até o final do acabamento que não é a pior parte da obra, muito tempo não se passe, e aí quem sabe até nos regozijemos com a valorização de nossas casas, a ascenção da região, e a beleza inerente a esta Megalópole.
Um grande Abraço
Oscar
P.S. Acompanho com muito interesse as postagens no Blog apesar de parecer o advogado do diabo defendendo o indefensável...
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Iepê Golf Condominium
A expectativa da Setin é que o Iepê Golf Condominium tenha Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 160 milhões. O empreendimento terá três tipos de planta: 3 suítes, com 149 m² de área privativa; 4 dormitórios (2 suítes), com 185 m²; e 4 suítes, com 233 m².
Os apartamentos serão comercializados a partir de R$ 330 mil. "Em virtude das boas condições de negociações do terreno, o preço de mercado está cerca de 20% abaixo do padrão de móveis na região. A previsão é que o projeto seja concluído em 36 meses."
Entre as opções de lazer no local, estão as trilhas para caminhadas, piscina coberta, sauna, área de fitness, cinema, quadra poliesportiva, garage band (espaço para jovens músicos) e lan house.
Conforme Setin, o empreendimento já está mexendo com a realidade da região. "Proprietários de galpões vazios, por exemplo, estão planejando a comercialização dos espaços para supermercados, padarias e outros tipos de comércio, voltados para a nova demanda". ©Investnews
Os apartamentos serão comercializados a partir de R$ 330 mil. "Em virtude das boas condições de negociações do terreno, o preço de mercado está cerca de 20% abaixo do padrão de móveis na região. A previsão é que o projeto seja concluído em 36 meses."
Entre as opções de lazer no local, estão as trilhas para caminhadas, piscina coberta, sauna, área de fitness, cinema, quadra poliesportiva, garage band (espaço para jovens músicos) e lan house.
Conforme Setin, o empreendimento já está mexendo com a realidade da região. "Proprietários de galpões vazios, por exemplo, estão planejando a comercialização dos espaços para supermercados, padarias e outros tipos de comércio, voltados para a nova demanda". ©Investnews
Condomínios com cinema e Mata Atlântica
O Residencial Club Tuiuti e o Iepê Golf Condominium, dois empreendimentos que conquistaram o Master Imobiliário 2005, prêmio anual oferecido pelo Secovi-SP e pelo Capítulo brasileiro da Fiabci (Federação Internacional das Profissões Imobiliárias), são exempos típicos de empreendimentos realizados dentro do conceito clube.
O Club Tuiuti, por exemplo, reúne a segurança de um condomínio residencial fechado e o conforto de um clube. Segundo a diretoria da Rossi Incorporação e Construção, a escolha da área de um empreendimento é o principal fator para sua viabilização, e descobrir a vocação certa do terreno é o grande desafio em qualquer iniciativa envolvendo imóveis, principalmente desse perfil.
Com seis torres que abrigam 624 unidades, o Club Tuiuti tem ainda um bosque privativo com mais de 13 mil metros quadrados, sistema de segurança completo, paisagismo com fontes, espelhos d’água, gazebo, horta, espaços contemplativos, palco a céu aberto, estação de ginástica ao ar livre, área de recreação infantil como a Casa de Bonecas e a Casa do Tarzan, além de vagas para visitantes.
Reúne, também, várias opções de lazer: três piscinas, saunas, academia de ginástica, campo gramado de futebol, quadra poliesportiva, pista de skate, pista de caminhada e bicicleta, playground infantil, quiosques com churrasqueiras, forno para pizza, e até cinema. Para crianças e adolescentes, além do playground, há ainda a piscina e o salão de festas infantis, o salão de jogos juvenil e a sala para jogos de computador.
Praticamente anexo ao empreendimento, está o Parque do Piqueri, com bosques implantados, alamedas e gramados. Lá, existem diversos tipos de aves e espécies aquáticas silvestres que se alimentam da grande quantidade de peixes do lago artificial do parque.
Já o Iepê Golf Condominium (seis torres de 27 andares), situado na região de Interlagos, Capital, é um projeto arquitetônico e paisagístico de oito mil metros quadrados que preserva espécies nativas da Mata Atlântica. Construído em um terreno de 36.400 metros quadrados, o Iepê tem 91% de áreas livres, ajardinadas e de lazer, circundadas por bairros nobres, shopping centers, lojas de conveniência e importantes vias de acesso.
Ao lado do Iepê, em uma área quatro vezes maior que a do Parque Burle Marx, encontra-se o vizinho São Paulo Golf Club, com seus 600 mil metros quadrados de área verde. Piscina recreativa com decks seco e molhado, biribol e bar; um bangalô de massagem e outro para ofurô; espelhos d’água e trilhas para caminhada; piscina coberta e aquecida com raias de 25 metros; sauna, fitness center e SPA; quadra poliesportiva, spiribol e box.
Além de apartamentos com estudada distribuição, o Iepê Golf Condominium oferece, ainda, em suas áreas comuns, atrações como home cinema, LAN house, Casa do Tarzan, praças para as mais diferentes idades, resort e até um mini-campo de golfe.
fonte: revistasecovicondominios
O Club Tuiuti, por exemplo, reúne a segurança de um condomínio residencial fechado e o conforto de um clube. Segundo a diretoria da Rossi Incorporação e Construção, a escolha da área de um empreendimento é o principal fator para sua viabilização, e descobrir a vocação certa do terreno é o grande desafio em qualquer iniciativa envolvendo imóveis, principalmente desse perfil.
Com seis torres que abrigam 624 unidades, o Club Tuiuti tem ainda um bosque privativo com mais de 13 mil metros quadrados, sistema de segurança completo, paisagismo com fontes, espelhos d’água, gazebo, horta, espaços contemplativos, palco a céu aberto, estação de ginástica ao ar livre, área de recreação infantil como a Casa de Bonecas e a Casa do Tarzan, além de vagas para visitantes.
Reúne, também, várias opções de lazer: três piscinas, saunas, academia de ginástica, campo gramado de futebol, quadra poliesportiva, pista de skate, pista de caminhada e bicicleta, playground infantil, quiosques com churrasqueiras, forno para pizza, e até cinema. Para crianças e adolescentes, além do playground, há ainda a piscina e o salão de festas infantis, o salão de jogos juvenil e a sala para jogos de computador.
Praticamente anexo ao empreendimento, está o Parque do Piqueri, com bosques implantados, alamedas e gramados. Lá, existem diversos tipos de aves e espécies aquáticas silvestres que se alimentam da grande quantidade de peixes do lago artificial do parque.
Já o Iepê Golf Condominium (seis torres de 27 andares), situado na região de Interlagos, Capital, é um projeto arquitetônico e paisagístico de oito mil metros quadrados que preserva espécies nativas da Mata Atlântica. Construído em um terreno de 36.400 metros quadrados, o Iepê tem 91% de áreas livres, ajardinadas e de lazer, circundadas por bairros nobres, shopping centers, lojas de conveniência e importantes vias de acesso.
Ao lado do Iepê, em uma área quatro vezes maior que a do Parque Burle Marx, encontra-se o vizinho São Paulo Golf Club, com seus 600 mil metros quadrados de área verde. Piscina recreativa com decks seco e molhado, biribol e bar; um bangalô de massagem e outro para ofurô; espelhos d’água e trilhas para caminhada; piscina coberta e aquecida com raias de 25 metros; sauna, fitness center e SPA; quadra poliesportiva, spiribol e box.
Além de apartamentos com estudada distribuição, o Iepê Golf Condominium oferece, ainda, em suas áreas comuns, atrações como home cinema, LAN house, Casa do Tarzan, praças para as mais diferentes idades, resort e até um mini-campo de golfe.
fonte: revistasecovicondominios
Condomínio clube: grande procura mantêm tendência
Os megaempreendimentos imobiliários com grande número de unidades e área de lazer completa, denominados Condomínios-Clube, continuam em alta. A idéia é ter unidades privativas menores e uma área comum completa, com piscinas, quadras, cinema, lan house, saunas, bar, salão de jogos, espaço gourmet, pomar, pista de cooper e, em alguns, até casa de bonecas.
Segundo Guilherme França, diretor da Setin Empreendimentos, estes empreendimentos continuarão a ser construídos na cidade por mais alguns anos. Prova disto é que a própria Setin acaba de lançar o Iepê Golf, na Zona Sul da Capital, com seis torres de 28 andares e 336 unidades. A prova de que há forte demanda é que foram vendidas 60% das unidades em apenas uma semana, um sucesso de comercialização. A Setin acredita tanto na tendência que já programa mais dois lançamentos, um deles ainda neste ano de 2006. Em 2003 e 2004 a Setin lançou outros três, nos bairros da Moóca, Ipiranga e Vila Mascote.
As construtoras perceberam que os compradores não estão pensando apenas em segurança. O que o futuro morador procura é muito conforto e qualidade de vida, já que atualmente se associar a um clube esportivo é caro ou não vale a pena, além de ser uma despesa a mais no orçamento mensal. As construtoras se adiantaram e já estão oferecendo este lazer nos empreendimentos.
Muitos dos condomínios-clube mais parecem uma pequena cidade, devido ao grande número de serviços oferecidos. Há empreendimentos feitos há mais de 30 anos e que continuam firmes e fortes, como o famoso Ilha do Sul. Erguido pela Construtora Takaoka na década de 70, este conjunto no Alto de Pinheiros, São Paulo, tem seis torres de 20 andares e abriga teatro para 200 pessoas, boate, salão de beleza, biblioteca e dois postos bancários. O valor da taxa de condomínio está por volta de R$ 1 mil (Outubro/2006).
Roseli Hernandes, gerente de locação e vendas da Lello Condomínios, acredita que atualmente esses condomínios que parecem clubes estão sendo muito mais valorizados. A procura para locação também é grande, principalmente por casais com filhos pequenos ou adolescentes. Ela adianta que imóveis desse tipo também estão sendo procurados por pessoas mais idosas e jovens solteiros que buscam conforto. Segundo ela, “um imóvel de dois ou três quartos, com duas vagas de garagem e área de lazer completa, não demora mais de 30 dias para ser alugado, principalmente se a taxa de condomínio estiver na faixa de R$ 500 a R$ 600 e o aluguel por volta de R$ 800 a R$ 1 mil”. A gerente ressalta que “o valor da taxa condominial varia muito, mas a grande maioria está na faixa citada. O valor não é um absurdo pelo que eles oferecem”.
fonte: www . forumdaconstrucao . com . br
Segundo Guilherme França, diretor da Setin Empreendimentos, estes empreendimentos continuarão a ser construídos na cidade por mais alguns anos. Prova disto é que a própria Setin acaba de lançar o Iepê Golf, na Zona Sul da Capital, com seis torres de 28 andares e 336 unidades. A prova de que há forte demanda é que foram vendidas 60% das unidades em apenas uma semana, um sucesso de comercialização. A Setin acredita tanto na tendência que já programa mais dois lançamentos, um deles ainda neste ano de 2006. Em 2003 e 2004 a Setin lançou outros três, nos bairros da Moóca, Ipiranga e Vila Mascote.
As construtoras perceberam que os compradores não estão pensando apenas em segurança. O que o futuro morador procura é muito conforto e qualidade de vida, já que atualmente se associar a um clube esportivo é caro ou não vale a pena, além de ser uma despesa a mais no orçamento mensal. As construtoras se adiantaram e já estão oferecendo este lazer nos empreendimentos.
Muitos dos condomínios-clube mais parecem uma pequena cidade, devido ao grande número de serviços oferecidos. Há empreendimentos feitos há mais de 30 anos e que continuam firmes e fortes, como o famoso Ilha do Sul. Erguido pela Construtora Takaoka na década de 70, este conjunto no Alto de Pinheiros, São Paulo, tem seis torres de 20 andares e abriga teatro para 200 pessoas, boate, salão de beleza, biblioteca e dois postos bancários. O valor da taxa de condomínio está por volta de R$ 1 mil (Outubro/2006).
Roseli Hernandes, gerente de locação e vendas da Lello Condomínios, acredita que atualmente esses condomínios que parecem clubes estão sendo muito mais valorizados. A procura para locação também é grande, principalmente por casais com filhos pequenos ou adolescentes. Ela adianta que imóveis desse tipo também estão sendo procurados por pessoas mais idosas e jovens solteiros que buscam conforto. Segundo ela, “um imóvel de dois ou três quartos, com duas vagas de garagem e área de lazer completa, não demora mais de 30 dias para ser alugado, principalmente se a taxa de condomínio estiver na faixa de R$ 500 a R$ 600 e o aluguel por volta de R$ 800 a R$ 1 mil”. A gerente ressalta que “o valor da taxa condominial varia muito, mas a grande maioria está na faixa citada. O valor não é um absurdo pelo que eles oferecem”.
fonte: www . forumdaconstrucao . com . br
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
inundacao
De: Francisco Junior
Data: 24/10/2007 21:56:41
Para: VIVIAN JABLONSKI
Assunto: inundacao
Esse limite de aprovação da "confortabilidade do lar"...
No momento mais critico você registrou! Parabéns. Seu trabalho é exemplar, os impactos causados vão se compensados, pode ter certeza. Sua luta é pioneira e
nunca vai ser esquecida. Importante você ter mais pessoas com você nisso, e a melhoria em termos até de comunidade para serem feitos projetos com a associação
que trate dessas questões. A especulação imobiliaria é forte, sei que até pensou em ir comprar um ap no condominio e tambem foram para as festas, mas a luta
que começou irei acompanhar sim! Da mesma forma que nossos indios pedem e usufruem da paisagem de maneira livre e direta, desde de crianças.
A liberdade no espaço que foi criado e depois foi perdido, doi muito.
Aconteceu aqui na vila e sofro com isso, mas essa luta e seu dinamismo me deu força a mais...
Francisco
Data: 24/10/2007 21:56:41
Para: VIVIAN JABLONSKI
Assunto: inundacao
Esse limite de aprovação da "confortabilidade do lar"...
No momento mais critico você registrou! Parabéns. Seu trabalho é exemplar, os impactos causados vão se compensados, pode ter certeza. Sua luta é pioneira e
nunca vai ser esquecida. Importante você ter mais pessoas com você nisso, e a melhoria em termos até de comunidade para serem feitos projetos com a associação
que trate dessas questões. A especulação imobiliaria é forte, sei que até pensou em ir comprar um ap no condominio e tambem foram para as festas, mas a luta
que começou irei acompanhar sim! Da mesma forma que nossos indios pedem e usufruem da paisagem de maneira livre e direta, desde de crianças.
A liberdade no espaço que foi criado e depois foi perdido, doi muito.
Aconteceu aqui na vila e sofro com isso, mas essa luta e seu dinamismo me deu força a mais...
Francisco
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
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